Strix aluco é uma coruja. É uma ave nocturna (como eu) que se esconde nas ramagens das árvores à espera que passe um rato, por exemplo, para levantar num vôo silêncioso de encontro àquela presa. É isso que eu espero fazer com este blog: ficar silencioso e atento, até ver algum rato que mereça ser apertado nas garras do meu teclado; se não, ficarei contente em compôr simples textos que muito me agradam escrever, voando pelo simples prazer de o fazer, nem sempre silencioso.
segunda-feira, agosto 18, 2008
É melhor, sim senhor
sábado, agosto 16, 2008
Hoje come-se
sexta-feira, agosto 15, 2008
"When it rains it pours"
quinta-feira, agosto 14, 2008
Foram dois dias de purga
segunda-feira, agosto 11, 2008
Porto Santo com portagens
Em cheio
domingo, agosto 10, 2008
A bandeira amarela
sábado, agosto 09, 2008
Não percebo
sexta-feira, agosto 08, 2008
Para quê?
quinta-feira, agosto 07, 2008
Pressentimentos como introdução (falta de tempo)
Eu continuo vivo e bem de saúde, e más notícias correm depressa... Devo estar a ficar maluco, mas é.
Talvez seja só porque me sinto cada vez mais próximo de uma ditadura pelo povo, para o povo, e por quem conseguir convencer o povo de que a sua liberdade não lhes pertence.
Há poluição numas praias lá para a Póvoa de Varzim. Em vez de se investigar a origem e suster os estragos, avisando entretanto o veraneante dos riscos que corre se entrar na água, proíbe-se pura e simplesmente os banhos. Uma clara forma de dizer ao banhista que ele é estúpido e não tem capacidade de decidir por si. A verdade é que é mesmo estúpido, porque entrega de bom grado a sua responsabilidade pela sua liberdade ao bem-intencionado estado que tudo sabe e tudo decide.
Há quem defenda este tipo de atitudes com a saúde pública. A minha saúde não é pública, digo-vos já. Ninguém tem nada a haver com a maneira como eu trato da minha própria saúde. E neste caso em que o contaminante são salmonelas, não existe o risco de um indivíduo mais aventureiro acabar por infectar outros que não foram a banhos, já que as Salmonellas não são assim tão contagiosas.
Também já ouvi argumentar que se eu me puser doente, vou pesar nas despesas no Sistema Nacional de Saúde. Nem eu sou obrigado a usá-lo (posso preferir um serviço de saúde privado) nem é lógico que eu evite usar um serviço que pago, inclusivamente sob ameaça. Se houver um contracto, assinado livremente entre ambas as partes, em que eu me comprometa a tomar cuidados com a minha saúde, cumpri-lo-ei, mas não há. Pelo menos eu não assinei nada. Mas tenho que pagar, senão...
quarta-feira, agosto 06, 2008
Escolhas
Por vezes temos que escolher, por exemplo, entre uma vida longa sem uma perna ou uma vida curta com ambas. A perna é importante, mas não absolutamente necessária, assim como uma vida mais longa pode dar-nos mais tempo para muitas coisas, a qualidade dessa vida pode não ser tudo aquilo que desejamos. Então, escolhemos. Eu, neste caso, escolhia poder continuar a ser bípede apesar de saber que tenho menos passos para dar.
Insónia
terça-feira, agosto 05, 2008
Depois da tempestade
Um novo rumo
quarta-feira, julho 23, 2008
Se formos por aí...
quarta-feira, julho 16, 2008
Você já reparou?
Ora aí está uma ideia.
A Holanda desiludiu-me ao aderir à moda da alienação do direito ao usufruto da propriedade privada, impedindo que os proprietários de estabelecimentos de acesso público (e não públicos). Mas esta decisão acabou por provocar os liberais Holandeses, fazendo com que surgisse a Igreja dos Fumadores de Deus.
segunda-feira, julho 07, 2008
Desabafo
sexta-feira, junho 13, 2008
Justificações. Intimidades. É a vida...
11 anos é muito tempo. Veio um tornado e virou tudo ao contrário. Cheguei tarde.
terça-feira, maio 27, 2008
Contradições
Ai!, que é preciso que o Estado facilite a compra de combustíveis fósseis, para os queimar!
Afinal, em que ficamos?
Não passam de moralistas na causa alheia, esses ecofascistas/Robin-dos-Bosques dos tempos modernos...
terça-feira, abril 29, 2008
quarta-feira, abril 23, 2008
O meu bitaite
quarta-feira, abril 16, 2008
Afinal: É... ou não é?
"Ainda não foi encontrado o suposto autor de um crime na Ribeira Brava. O homem matou a tiro a própria mulher e fugiu."
Afinal... é suposto, ou matou?
E já agora, no mesmo programa informativo:
"[...] as forças políciais no terreno estão alertas [...]"?
Querem ver que o acordo realmente resulta em liberdade linguística?
Nota: Ambos os casos foram retirados de segmentos gravados. Não se encaixam na oralidade improvisada...
terça-feira, abril 15, 2008
Ortografia e Biologia
segunda-feira, março 17, 2008
Acima de tudo, legislar!
Pois... Era preciso parecer que se faz alguma coisa, mesmo quando não há nada a fazer. Uma lei que de nada serve não tem razão de existir.
domingo, março 16, 2008
Para quando uma lei contra leis idiotas?
Gosto de cães, confesso-o. E conheço-os bem. Atrevo-me até a dizer que os conheço e compreendo. E atrevo-me, também, a dizer que as raças que os energúmenos da regulação pretendem proibir não são efectivamente mais propensas à agressividade que um Cocker Spaniel ou um Labrador Retriever. Sou obrigado a concordar que a dentada de um Rottweiler é potencialmente mais eficaz ou mais destrutiva que a de um Yorkshire Terrier, mas não concordo que por isso o Rottweiler seja considerado mais agressivo que o Yorkshire Terrier.
Fui mordido apenas uma vez na vida, excluindo as brincadeiras, por um cão. Era um Pequinois. E a culpa foi minha.
Pensemos no seguinte: Quantas dentadas de doces Labradores, fruto de agressividade, não escapam aos registos e estatísticas dos sapientes reguladores, apenas porque a fama destes cães automaticamente os desculpa aos olhos da vítima? Ou quantas vezes uma criança não apanha umas palmadas por cima da dentada para aprender a não incomodar o amoroso animal? A mesma situação, mas com os dentes de um Pit Bull, é automaticamente uma questão de polícia e/ou de folclore televisivo. E a culpa é sempre do animal que morde, nunca do que não o soube socializar e educar decentemente, ou até do animal que acha que pode chegar-se a qualquer cão só porque quer.
À ignorância responde-se ensinando e informando. À estupidez insistente responde-se com o castigo sério do estúpido, não do cão.
Adenda:
N'O Insurgente
sexta-feira, março 14, 2008
Todo-o-Poderoso Estado, desresponsabilizai-me. Ámen
sábado, março 08, 2008
ISBN:978-1-84054-190-8
domingo, março 02, 2008
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Onde está o problema, então?
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Desculpa de mau pagador
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Porquê?
terça-feira, janeiro 15, 2008
"What was your intent?"
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Estava a ver que não!
Aaah! The sweet smell of socialism
O socialismo precisa de perfume, precisa. Fede.
Aposto até que o frasco é digno de um epíteto de fazer inveja à perfeição e que o aroma não ficará muito aquém da promessa da embalagem, apesar de capaz de colapsar gargantas pulmões com a sua agressividade. Asfixiante, não duvido.
segunda-feira, janeiro 07, 2008
E a seguir... o que vem a seguir?
"Cidade de Reading pode proibir gangsta rap"
Umas estaladas, um gajo no hospital, e proibe-se um estilo musical.
Talvez a seguir se proibam as relações sexuais. O sexo é fonte de tensão entre competidores, o que pode levar ao confronto físico. A ansiedade causada pela antecipação do acto, ou até pela ausência prolongada de oportunidades para o praticar, pode levar a uma série de condições pouco saudáveis, desde úlceras a anginas de peito. A relação sexual facilita a transmissão de variadas doenças e alguns parasitas e incómodos comensais. O sexo é a razão para a existência do malévolo negócio da prostituição, que por sua vez é fonte de violência e outras actividades ilegais, algumas delas imorais. E não nos esqueçamos da tensão criada aos vizinhos que ouvem, ou até vêem, o casal do lado em pleno acto.
Com os avanços da medicina da reprodução, podemos excluir o sexo das nossas relações interpessoais, tornando o Mundo num local muito mais seguro e higiénico.
sexta-feira, janeiro 04, 2008
E com orgulho!...?
Alegre defende que papel da esquerda é «inventar soluções»
Não é novidade nenhuma. Mas "inventar soluções" não é papel só da esquerda. Todos quantos acreditam que a sociedade deve ser planeada e que existe um objectivo a atingir, nada mais fazem que dedicar-se à invenção de soluções. Desnecessárias e intrusivas, na sua grande maioria.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Ditadores de café (literalmente)
Call Girl
segunda-feira, dezembro 31, 2007
Desejos de um 2008 jeitosinho, vá
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Nem o fuso horário escapa
"A partir de hoje Venezuela tem fuso horário próprio"... Meia-hora?
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Faça-se alguma coisa, então!!
Ainda há tomates na Venezuela...
... ao contrário de um país que eu cá sei.
Venezuelanos dizem um surpreendente "não" à reforma constitucional proposta por Chávez
segunda-feira, novembro 19, 2007
Falar de futebol
terça-feira, novembro 13, 2007
Em extinção
segunda-feira, novembro 12, 2007
Moral Vs Moral
quarta-feira, novembro 07, 2007
Associação reveladora
"A cadeia de televisão privada MTV3 afirmou que o presumível assassino terá declarado várias vezes a sua admiração por Hitler e Estaline."
sábado, novembro 03, 2007
Lamechices
terça-feira, outubro 30, 2007
Problemas Técnicos
sábado, outubro 27, 2007
Pergunta
quarta-feira, outubro 24, 2007
domingo, outubro 21, 2007
"Violence of the Lambs"
Black Sheep. É o título original do filme vindo terra dos Kiwis que vi hoje. Kiwi, pássaro, atente-se. É uma comédia gore, que segue o padrão dos filmes de zombies, ou animais que enlouquecem devido a uma qualquer experiência científica ou acidente biológico e começam a atacar tudo o que mexe. Desta vez os vilões, para além dos humanos responsáveis pelo "acidente", são ovelhas. E é vê-las despedaçar pessoas num festim de vísceras e membros separados dos respectivos corpos. E tem piada, além de tudo. Vem do país de Peter Jackson, e lembra Peter Jackson (especialmente o Braindead), o que sugere uma escola de estilo.
Parafraseando o meu companheiro de sessão cinéfila: "Foi o melhor filme mau que já vi."
Isto dá trabalho!
sexta-feira, outubro 19, 2007
Teve que ser
terça-feira, outubro 16, 2007
Ordem dos Médicos Veterinários
segunda-feira, outubro 15, 2007
Está tudo na atitude
sexta-feira, outubro 12, 2007
Há coisas que não se recusam
quarta-feira, outubro 10, 2007
País de Gales a nu
domingo, outubro 07, 2007
Decisões (Ou: Afinal Não é só em Portugal)
A empresa a quem contratamos a ligação ainda não nos deu cavaco (salvo seja!). Em Portugal muitas empresas funcionam desta forma: fidelizam o cliente, e esquecem-se da sua existência. Neste caso acredito que se estivesse em Portugal já navegava em casa.
domingo, setembro 30, 2007
Lido noutro lado
PS: Ainda não escrevo do meu PC...
Corrigido: Escrevi "pela mão do AMN", mas podia induzir um leitor a pensar que foi ele quem escreveu o dito texto. Não foi. Por isso...
sábado, setembro 29, 2007
Está quase. Espero
segunda-feira, setembro 24, 2007
Respiremos
Neste preciso momento escrevo de uma das muitas salas de computadores desta Universidade, num teclado Inglês. Custa um bocado, pois todos os acentos e cedilhas têm que ser escritos em código... Por isso este post ficará curto, com a promessa de responder, no melhor das minhas capacidades, aos desafios que entretanto chegaram.
quarta-feira, setembro 12, 2007
Livre e responsável
Toda e qualquer decisão que me prenda o futuro deve ser tomada por mim, e por mais ninguém. Seja a minha decisão boa ou má. Só assim sou verdadeiramente livre e responsável.
A linha
domingo, setembro 09, 2007
ASAE, para que te quero?
quarta-feira, setembro 05, 2007
JC liberal
sábado, setembro 01, 2007
Air Race sem Red Bull
terça-feira, agosto 28, 2007
Um só... O que acontece?
Igualdade e causa superior
terça-feira, agosto 21, 2007
Férias atribuladas
sexta-feira, agosto 17, 2007
sábado, agosto 04, 2007
Porto Santo
quinta-feira, agosto 02, 2007
Bloco de areia
Não deixa de ser esquisito
Além de que a falsidade ou não dos documentos comprovativos da licenciatura não apaga o estatuto de engenheiro que Sócrates usou quando trabalhou na CM da Covilhã, antes de se licenciar. Eu não teria orgulho nenhum em apresentar-me como tendo mais qualificações que aquelas que realmente tenho. Mas essa é uma questão de carácter.
E como é que Sócrates obteve o tal documento não-falsificado? Quem foram os seus avaliadores e até que ponto houve respeito pela ética? Também me parece esquisito... Mas deve ser da minha cabeça.
terça-feira, julho 31, 2007
Trinta horas por cem euros
sábado, julho 28, 2007
Abortar o Rally Vinho Madeira?
sexta-feira, julho 27, 2007
Honestamente
terça-feira, julho 24, 2007
Há objectivos... e objectivos
domingo, julho 22, 2007
Não é casmurrice minha
Aborto por receita
quarta-feira, julho 18, 2007
Sexo, aborto e úlceras
terça-feira, julho 17, 2007
Onde é que...?
segunda-feira, julho 16, 2007
Praias de abstenção
sábado, julho 14, 2007
Sugestão Socialista... Da minha parte!
Ironia e Adrenalina
Passei cerca de sete meses no País de Gales, terra onde o rugby é mais importante que o futebol. Mas foi na Região Autónoma da Madeira, hoje, que o joguei pela primeira vez. Em seven's. Um joelho dorido, uma marca de pitão no outro, e uma pontada no lado esquerdo da base do pescoço podiam fazer os mais sensíveis jurar não voltar a arriscar a experiência. Mas um ensaio e algumas placagens bem sucedidas, para além do meu gosto por desportos carregados de adrenalina (ou epinefrina) e agressividade, fazem-me considerar seriamente repetir a brincadeira.
quinta-feira, julho 12, 2007
Algo diferente
Em comentário a este meu post, uma ave rara lançou-me um desafio. Um relato (ou uma explicação, tomo a liberdade de interpretar) do pouco mais de meio ano em terras de Sua Majestade, Queen Elizabeth. Começando pelo princípio, foi por ter a vida estagnada, preso num curso de Biologia há já demasiado tempo (oito anos, depois de um ano em Microbiologia e dois em Ciências do Meio Aquático), que em Janeiro de de 2006 decidi mudar radicalmente.
Sempre vivi no mundo da lua, como diziam vários professores que me aturaram, e cedo senti uma admiração pelo mundo dos livros, por influência da minha mãe professora de Português e Inglês, e do meu avô materno professor de História e Filosofia, ambos amantes do alfarrábio. O meu avô lia e escrevia muito, mas sempre foi demasiado perfeccionista para se deixar publicar.
Com este tipo de incentivo, fui-me safando nos testes de Português com notas máximas nas composições. E lá para os onze ou doze anos vi publicado num diário madeirense um texto meu sobre o dia da árvore. Depois ganhei um concurso escolar com um poema de página e meia. Por estas e por outras, fui-me convencendo de que podia um dia tornar-me um profissional da escrita por puro prazer. Mas o empirismo da sociedade em minha volta, aliado ao meu gosto pessoal pelas ciências da vida levaram-me a percorrer os caminhos da Biologia. Desde cedo defini como objectivo tornar-me biólogo de profissão e escrever como actividade extra.
Mas a verdade é que, apesar ter algum jeito para certas disciplinas da Biologia, outras havia que me tiravam toda e qualquer vontade pegar num livro e marrar. Aliás, esta última actividade também nunca caíu nas minhas boas graças ou simpatias. Decorar, sem provar competência, era só o que queriam de mim. E eu sou teimoso, para não dizer casmurro. Fiz algum esforço no início, mas a vontade foi-se esbatendo, só reavivada pelas mudanças de curso.
Durante este percurso demasiado comprido nunca perdi a caneta, e escrevi letras para as duas tunas de que fiz parte, participei em projectos literários na segunda Universidade em que me inscrevi. Foi quando, naquele Janeiro de 2006, me apercebi de que já não estudava para os exames, mas passava as noites em branco ao teclado, escrevendo prosa e poesia rasca. Falei com o meu pacientíssimo pai, e comecei a procurar um curso superior de escrita, pelo menos na altura inexistente em Portugal. Como não me acanho com a língua de Shakespeare, decidi procurar no Reino Unido.
Em Junho de 2006 soube que fui admitido em quatro Universidades Britânicas, incluindo aquela que era a minha primeira escolha.
E aqui estou, de férias depois do meu primeiro ano no curso de Creative and Professional Writing na University of Glamorgan, à espera das primeiras notas.
quarta-feira, julho 11, 2007
Uma questão de forma
Sei que o Goethe não é um destes ecofascistas, e por isso senti necessidade de me explicar melhor (espero) e desta forma mais visível. Além de que, como bem diz este meu amigo no seu comentário, eu gosto de discutir tudo, incluindo (ou especialmente) a correcção politica da moda. E não acho que isso seja defeito. Antes isso que ser mais um no rebanho.
segunda-feira, julho 09, 2007
Um debate muito esquisito...
Debate é uma discussão amigável entre duas ou mais pessoas que queiram colocar as suas ideias em questão ou discordar das demais, tentando fazer prevalecer a sua própria opinião ou sendo convencido pelas opiniões opostas. (tentei, dentro dos limites da minha pachorra, eliminar os tiques brasileiros de linguagem desta definição encontrada na Wikipédia)
Muito esquisito este debate que agora passa na RTP, dirigido por Maria Elisa Domingues. Discutir-se-ia, foi publicitado, o aquecimento global. Nem aquecimento global nem as suas causas. O que agora vejo é um simples colóquio sobre as consequências de um futuro projectado, e não previsto (para usar as palavras de um dos participantes), e soluções sugeridas. Debate, nenhum.
A culpa humana do aquecimento global é um dogma, portanto, e as opiniões opostas são politicamente incorrectas.
É um orgulho fazer parte desta raça de semi-deuses que se conseguem impôr a Hélios ou Gaia com tanta facilidade.
sábado, julho 07, 2007
Fala o roto...
PCP pede ao Governo para recuar nos tiques anti-democráticos
Ora, quem defende um sistema em que o Estado regula até a qualidade das minhas cuecas, não tem assim tanta moral para acusar outros de anti-democracia.