Strix aluco é uma coruja. É uma ave nocturna (como eu) que se esconde nas ramagens das árvores à espera que passe um rato, por exemplo, para levantar num vôo silêncioso de encontro àquela presa. É isso que eu espero fazer com este blog: ficar silencioso e atento, até ver algum rato que mereça ser apertado nas garras do meu teclado; se não, ficarei contente em compôr simples textos que muito me agradam escrever, voando pelo simples prazer de o fazer, nem sempre silencioso.
terça-feira, junho 05, 2012
Cosmopolis
sábado, maio 12, 2012
Caros Indignados,
terça-feira, maio 08, 2012
Um poemita para alegrar.
segunda-feira, abril 23, 2012
Mais cinema - Um respeitável grupo de vetustos actores
terça-feira, abril 17, 2012
Sobre Cinema - Sim, vi o Mirror Mirror
segunda-feira, abril 16, 2012
Sobre Cinema - golpe de génio, ou desilusão?
quinta-feira, março 01, 2012
Um pulha
... que pariu! (Mas em cooperativa!)
terça-feira, dezembro 20, 2011
Monarquias republicanas e a cegueira dos dogmas
segunda-feira, dezembro 05, 2011
O Herói de Vila do Conde
domingo, agosto 21, 2011
Dar razão ao Sporting Clube de Portugal... (a contragosto)
quarta-feira, agosto 17, 2011
Proteger a todo custo... mesmo contra o protegido
segunda-feira, agosto 15, 2011
Ora, ora... :D
domingo, agosto 14, 2011
Meter o nariz nos negócios dos outros
sábado, agosto 13, 2011
Os Jogos em Istambul
sexta-feira, agosto 05, 2011
Quais painéis solares no telhado, qual quê!
quinta-feira, agosto 04, 2011
Testando...
quarta-feira, agosto 03, 2011
Tosse convulsa
terça-feira, agosto 02, 2011
Na praia (daqui a pouco, pronto)
terça-feira, novembro 16, 2010
Novíssimas novidades, até!
Quantos de nós já não gozaram de alguém que diz "subir para cima" ou "descer para baixo"? Mas estas duas expressões podem ter usos perfeitamente válidos, como a indicação do local para onde se sobe ou desce — subir ali para cima, ou para cima do banco. Também posso dizer que vou subir ali para baixo (apesar de causar alguma estranheza), tendo em conta que estou num local mais alto que o destino, e que para chegar a esse destino preciso, eventualmente, de subir — estou em cima da mesa e vou para um banco que está longe demais para fazer a deslocação directa. Agora... "novas novidades"? Se são novidades, está implícito que são novas. Se são novas em relação às anteriores, estas já não são novidades, logo não há necessidade de as distinguir das "novas".
Ouvi esta expressão na TSF, dito por uma investigadora médica. A formação superior deste país parece que se limita a treinar técnicos que seguem protocolos à risca, mas não os educa para a eventualidade de terem que lidar com situações fora do alcance da mera técnica. Esta investigadora, que ainda por cima quer dar a cara (neste caso foi a voz) por aquilo que produz na sua investigação, porque não caiu no estúdio por acidente, deduzo, deu vários pontapés na lógica retórica e até na construção gramatical das frases. Mostrou, no fundo, o analfabetismo que grassa no ensino superior português. A culpa não é dela; é de quem quis extinguir Provas Globais e coisas que tais; a culpa é de quem abafou ou extinguiu — até perseguiu — a exigência pela excelência naquilo que se produz, seja acessório, ou não, à linha principal da sua educação. É, no mínimo, uma questão de imagem. Mas é muito mais.